Autora: Mariana Fortes; orientador: Marcos Favero
Acredita-se que determinadas obras denotam silêncio, manifestação fenomênica que proporciona determinada mobilização empática. Sendo a arquitetura uma arte que envolve questões relacionadas ao espaço material no qual o homem habita, busca-se entender o que faz uma obra construída ser caracterizada essencialmente pelo silêncio e o que é necessário, em termos materiais, para que isso possa acontecer. Esta pesquisa se apoia no conceito de tectônica que, de acordo com Kenneth Frampton, consiste em uma das dimensões essenciais da arquitetura. Foram selecionados três projetos para análise: a Casa Azuma, a Capela Bruder Klaus e o Museu Brasileiro da Escultura – MuBE. Obras onde o silêncio encontra-se em evidência e comprovam que, apesar do ruído sempre existir, é possível vivenciar o silêncio, por intermédio da arquitetura.



